Estudos mostram que a utilização do sangue do cordão umbilical para um transplante hematopoiético em caso de leucemia aguda é uma alternativa viável, visto que as alterações genéticas que conduzem à leucemia surgem bem mais tarde nas células estaminais hematopoiéticas progenitoras, sendo muito reduzida a percentagem de incidência dessas alterações no sangue do cordão umbilical.
O artigo intitulado: “Incidence of common preleukemic gene fusions in umbilical cord blood in Slovak population” de Skorvaga et al., publicado pela revista PLOSone em Março de 2014, apresenta um estudo de biologia molecular por RT-PCR a 200 unidades de sangue do cordão umbilical colhidas em recém-nascidos saudáveis, demonstrando a reduzidíssima percentagem de ocorrência de alterações genéticas pré-leucémicas.
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