Ensaios clínicos coordenados pela Dr.ª Joanne Kurtzberg onde foram incluídas duas crianças que criopreservaram o seu Sangue do Cordão Umbilical com a Criovida.
A Paralisia Cerebral refere-se a um grupo de desordens no desenvolvimento do controlo motor e da postura, como resultado de uma lesão não progressiva aquando do desenvolvimento do sistema nervoso central, por dificuldades de oxigenação ou de circulação sanguínea. A lesão pode ocorrer durante o nascimento, anteriormente ou no período que se segue. É uma desordem ou síndrome que não agrava, não progride, mas causa limites na actividade e no crescimento normal de uma criança. A incapacidade mais visível é a motora, com alterações da marcha ou na coordenação motora dos braços e das mãos. Por vezes, manifesta-se com outras alterações que resultam de lesão cerebral, as quais incluem, por exemplo, problemas de cognição, comunicação, percepção, atenção, concentração e mesmo epilepsia. É o problema de desenvolvimento mais comum nas crianças e ocorre em 2,5 em cada 1000 nascimentos.
Dois bebés que criopreservaram o sangue do cordão umbilical na Criovida sofrem de paralisia cerebral. As crianças foram integradas num tratamento piloto no Hospital da Universidade de Duke (EUA), uma vez que ambas as amostras de sangue do cordão umbilical criopreservadas apresentaram todos os parâmetros de qualidade necessários.
Segundo a responsável pelos tratamentos, a Dr.ª Joanne Kurtzberg, este é um tratamento inovador que utiliza as células estaminais do sangue do cordão umbilical para tratar lesões cerebrais resultantes do parto, com uma evolução muito positiva do seu quadro clínico.
A Dr.ª Joanne Kurtzberg é a responsável pelos ensaios clínicos onde as duas crianças portuguesas que criopreservaram o sangue do cordão umbilical na Criovida foram incluídas (consultar www.clinicaltrials.gov) e alguns dos resultados extremamente positivos desses estudos estão já disponíveis como publicações científicas que podem ser consultados na íntegra aqui:
